à sombra do riso

O movimentado Terminal Rodoviário do Tietê, em São Paulo, às quatro horas da tarde num dia quente de outubro. Não há qualquer descrição que possa acrescentar algo à memória dos que já transitaram por aquele lugar. O fluxo contínuo de gente apressada, e gente de tantos tipos, é algo comum às cenas da metrópole.

Outra coisa convém de naquela hora, no entanto, interromper a rotina do terminal. Um grande círculo se forma ao redor de uma pessoa caída ao chão que ri desesperadamente. Fenômeno mais grave que uma convulsão ou que um ataque de epilepsia, pois que tais reações indicam um método correto de intervir e solucionar o problema, o ataque de gargalhadas deixa a multidão atônita.

Continuar lendo

Anúncios